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Superdotados: como o Brasil encontra seus novos mini gênios?

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Algumas crianças são inteligentes, outras são acima da média. E há os mini gênios, que possuem QI superior a 98% da população. Aqueles que se enquadram nessa categoria podem ingressar na Mensa, organização de superinteligentes presente em cerca de 100 países e com um braço no Brasil. A Mensa foi criada em 1946 na Inglaterra com o objetivo de juntar pessoas brilhantes. Hoje, diz que sua missão “identificar e fomentar a inteligência humana para benefício da sociedade, incentivar pesquisas sobre a natureza, características e usos da inteligência e fornecer um ambiente intelectual e socialmente estimulante para seus membros”. ➜ Mini gênio de 6 anos toca todos instrumentos e assombra astros da música ➜ Mini gênio amazonense de 5 anos tem QI 146 e escreve até em japonês Só podem ingressar na associação aqueles 2% que possuem QI muito acima do normal. Há também uma pequena restrição de idade: o mini gênio deve ter mais que dois anos e seis meses. E como saber se o pequeno possui tal ní...

Equipe do MIT imprime madeira em 3D sem cortar uma única árvore

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Impressoras 3D exclusivas já imprimiram carne de frango e até bifes de vaca na Estação Espacial Internacional. Mas agora, uma equipe do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, obteve madeira sem precisar cortar uma única árvore, imprimindo-a. Acompanhe: ➜ Orelha é reconstruída com tecido vivo impresso em 3D; veja ➜ Equipamento feito em impressora 3D ajuda cadelinha cega a se mover com segurança Segundo o Interest Engineering , as células da planta Zínia (ou Guadalajara) foram utilizadas para bioimprimir pedaços de madeira de qualquer forma e tamanho. Os pesquisadores trataram as células em um meio líquido, que recebeu a aplicação de uma solução de gel contendo hormônios e nutrientes.   Eles descobriram que, alterando a concentração de hormônios, era possível modificar a rigidez, a resistência, a densidade e outras propriedades da matéria vegetal de laboratório.   O projeto é o primeiro a criar matéria vegetal com o método. A equipe planeja im...

Nova mutação do mosquito da dengue não morre nem com inseticidas

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Uma pesquisa do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão identificou um mosquito da dengue mutante. O novo Aedes aegypti é ultrarresistente e não morre nem quando exposto a inseticidas, mostrou artigo publicado na revista Science Advances em 21 de dezembro.  A equipe de pesquisadores coletou mosquitos em diversos países, incluindo o Brasil. Mas 78% dos insetos encontrados em Camboja e Vietnã vinham com a mutação L982W, ligada à resistência à permetrina, inseticida comum no mercado. Cientistas já observaram essa mutação em mosquitos antes, mas nunca em taxas tão altas.  ➜ Vacina do Butantan contra a dengue tem alta eficácia em fase de testes ➜ Edição genética reduz fertilidade de mosquitos Aedes aegypti em 80% O estudo também identificou que os mosquitos encontrados em Phnom Penh, capital cambojana, têm uma resistência extrema a dois inseticidas usados com frequência para espantar esses insetos. Um dos inseticidas matou só 10% dos mosquitos, enquanto o outro n...

Por que o tubarão-branco morre em poucos dias no aquário?

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Se grandes baleias orcas podem ser mantidas em aquário, porque nunca vimos espécies de tubarão-branco nesses espaços? A resposta é bem simples – e deprimente: na grande maioria das vezes, esses animais morrem poucos dias depois de entrar nesses ambientes.  A última tentativa de colocar um tubarão-branco em cativeiro foi no Japão, no Aquário Churaumi de Okinawa, em 2016. O animal morreu depois de três dias .  A primeira tentativa que se tornou pública foi no oceanário Marineland of the Pacific, uma atração turística da Califórnia, na década de 1950. Em menos de 24 horas, o tubarão estava morto.  ➜ Tubarão da Groenlândia viaja mais de 6 mil km e é avistado no Caribe ➜ Todo cuidado é pouco: este tubarão dorme de olhos abertos O SeaWorld, em Orlando, também tentou abrigar esses animais ao longo dos anos. Mas, em todos os casos, ou o animal morria ou precisava voltar à natureza após poucos dias. O único lugar onde tubarões brancos viveram por mais de 16 dias foi no Mon...

3 anos de Covid: “Pandemia escancarou desigualdades”, diz Natalia Pasternak

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Em 31 de dezembro de 2019, o escritório da OMS (Organização Mundial da Saúde) na China recebeu o alerta de que vários casos de uma doença desconhecida pipocavam no país. Sem que o resto do mundo ainda se desse conta (demorou umas boas semanas até que o fizéssemos), começava a Covid-19.  Três anos depois, mais de 650 milhões de pessoas já se contaminaram com o SARS-CoV-2. Destas, quase 6,7 milhões morreram devido às complicações causadas pelo vírus. A Covid mudou o mundo: deixou sofrimento e, também, lembrou nossa espécie de sua própria vulnerabilidade.  ➜ Vacina brasileira contra a Covid-19 começa a ser testada em humanos ➜ Médicos relatam os sintomas mais bizarros da Covid; veja quais “Talvez o maior ensinamento tenha sido que a pandemia escancarou as desigualdades sociais que interferem na saúde”, disse a microbiologista e presidente do IQC (Instituto Questão de Ciência), Natalia Pasternak, em entrevista ao Giz Brasil .  “A Covid serviu para os países ricos aco...

Glicoalcalóide, encontrado em batata e tomate, surge como droga contra o câncer

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Cientistas poloneses da Universidade Adam Mickiewicz assinam uma descoberta que pode revolucionar os tratamentos de câncer . Como descrevem em um artigo científico publicado na revista Frontiers in Pharmacology , a resposta está nos glicoalcalóides, compostos bioativos encontrados em vegetais como batatas e tomates. ➜ Google lança tecnologia para facilitar o diagnóstico do câncer de mama ➜ Homens veganos e vegetarianos têm menos risco de câncer colorretal “Cientistas de todo o mundo ainda estão procurando drogas que serão letais para as células cancerígenas, mas ao mesmo tempo seguras para as células saudáveis”, aponta Winkiel, justificando o estudo de plantas medicinais no tratamento de doenças. Foram estudados cinco glicoalcalóides — solanina, chaconina, solasonina, solamargina e tomatina — da família de plantas Solanaceae (solanáceas). Delas, muitas são plantas alimentares, enquanto muitas outras são tóxicas, devido aos alcaloides que produzem em defesa contra animais. Mas ...

Amazônia já foi povoada por até 10 milhões de pessoas

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A Amazônia foi densamente povoada no passado e a ação humana moldou a floresta existente hoje. Pesquisas arqueológicas revelaram que a região já foi habitada por 8 a 10 milhões de pessoas e que esse povoamento remonta há, no mínimo, 8 mil anos, talvez bem mais do que isso. ➜ A importância econômica do gelo na Amazônia ➜ Após decisão do STF, governo tem 60 dias para reativar Fundo Amazônia O arqueólogo  Eduardo Góes Neves , diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP), foi protagonista dessa descoberta, que, nas palavras dele, configurou uma pequena revolução na arqueologia brasileira. O tema, tratado por Neves em seu livro  Sob os tempos do equinócio: oito mil anos de história na Amazônia Central , foi objeto de uma extensa reportagem da Agência FAPESP ( leia mais em:  agencia.fapesp.br/39387/ ). Ele é retomado no vídeo abaixo, que alterna depoimentos do arqueólogo com imagens do trabalho de campo realizado na Amazônia p...